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Questões Frequentes

  • QUER FAZER UMA ANÁLISE DE ÁGUA (POÇO, FURO. INDUSTRIAL, ETC.)?
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      Caso pretenda efectuar análises de água:

      • Água do Poço;
      • Água de Processo;
      • Água residual industrial;
      • Etc.

      Contacte o serviço de qualidade de água da Águas de Valongo através de:
      Telf: 224219548
      Mail: qualidade-agua.valongo@bewater.com.pt

      Caso pretenda um relatório resumo da qualidade de água que distribuímos em todo o Concelho consulte aqui.
  • QUE CUIDADOS TER COM A LIMPEZA E DESINFEÇÃO DAS CISTERNA?
    • Se a habitação possuir reservatório/cisterna, tenha os seguintes cuidados:

       

      • Instale-o sempre em local de fácil acesso, limpo e arejado;

       

      • Nunca o deixe sem tampa adequada ou devidamente protegido;

       

  • NÃO EXISTE SUBSTITUTO PARA O CLORO?
    • Podem ser utilizados outros produtos para assegurar uma desinfecção completa da água desde a captação até ao fim de todo o sistema, contudo o seu uso pode ser limitado por diversos fatores. O cloro é um produto muito eficiente e por outro lado não provoca qualquer risco para a saúde.

  • QUAL A CONCENTRAÇÃO DE CLORO NA ÁGUA DA TORNEIRA?
    • Em média a concentração varia entre 0,2 a 0,6 mg/l. Utilizado em pequeno doses, o cloro é inofensivo e um poderoso desinfectante que evita qualquer possível contaminação da água, conserva a sua qualidade, e proteger a mesma de qualquer risco acidental de contaminação ao longo do caminho.
         

           

      Realização de uma análise para determinação do cloro

  • A ÁGUA SABE A CLORO, IMPLICA ALGUM RISCO PARA A SAÚDE PÚBLICA?
    • Não. O cloro é adicionado à água em muito pequenas quantidades de modo a não ser prejudicial ao consumo humano. É um preservante alimentar que garante uma boa qualidade microbiológica ao não permitir o desenvolvimento de bactérias. Caso o sabor incomode pode ainda retirar-se a água da torneira, aguardar uns minutos ou armazenar no frigorífico em recipiente de vidro (não mais do que 24 horas). Adicionar gelo ou algumas gotas de limão antes de beber.

  • POSSO GUARDAR CUBOS DE GELO INDEFINIDAMENTE NO CONGELADOR?
    • A água é um produto alimentar, mesmo no congelador a seu qualidade pode alterar. Regularmente faça novos cubos de gelo com água fresca.

  • POSSO BEBER ÁGUA DO POÇO?
    • Na maioria dos casos, não. E o melhor mesmo é não arriscar. A água do poço é particularmente susceptível de poluição externa tais como infiltrações de água residual, bem como de água que entrou em contacto com diversos resíduos. Colocar “purificadores de água” na água do poço não é suficiente para garantir uma água continuamente com qualidade. No entanto, se quiser ter a certeza de poder bebê-la sem prejudicar a sua saúde, contacte a Águas de Valongo para saber as condições para realização de análises químicas e bacteriológicas da sua água do poço.
  • QUAL É A RESPONSABILIDADE DO PROPRIETÁRIO DE UM IMÓVEL RELATIVAMENTE À QUALIDADE DE ÁGUA PARA CONSUMO?
    • Os proprietários dos imóveis são responsáveis por manter a instalação interior de água em perfeitas condições, de modo a evitar diminuição da qualidade da água desde o ponto de entrega até a torneira.

  • QUEM É RESPONSAVEL PELO ABASTECIMENTO DE ÁGUA À POPULAÇÃO?
    • Os Municípios são responsáveis no seu âmbito territorial, por assegurar a qualidade de água distribuída à população através de qualquer rede de distribuição.

       

      No caso do Município de Valongo foi delegada por concessão a responsabilidade de gestão à da empresa Águas de Valongo.
       

      A vigilância sanitária é da responsabilidade da Autoridade de Saúde Concelhia.

      A água deve estar apta ao consumo no ponto de entrega ao consumidor.

  • A ÁGUA DA TORNEIRA APRESENTA UM SABOR ANORMAL OU SAI TURVA, QUEM CONTACTAR?
    • Contactar a Águas de Valongo responsável pelo abastecimento, através dos seguintes contactos:
      Serviço de qualidade de água:
      Telf: 224219548
      Mail: qualidade-agua.valongo@bewater.com.pt
      Na factura da água poderá consultar o número de telefone.

  • É adicionado flúor à água da rede pública?
    • O flúor é um mineral naturalmente presente na água e em determinados alimentos, como o peixe ou o chá. Há cerca de 100 anos, quando se descobriu a ligação entre os níveis de fluor na água e uma baixa prevalência de problemas dentários na população, este mineral começou a ser adicionado nas pastas dentífricas para fortalecer os dentes tornando o esmalte mais resistente no ambiente ácido da boca. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o flúor é a medida mais eficaz para se conseguir reduzir a incidência da cárie dentária.

       

      A dose diária de ingestão de flúor é muito variável de pessoa para pessoa. Depende do dentífrico que utiliza, dos hábitos alimentares, da quantidade de fluor da água que consome, etc. Está demostrado também que um excesso de flúor tem efeitos negativos e provoca, por exemplo, manchas escuras nos dentes (fluorose).

       

      Ao juntar-se flúor à água de distribuição haveria o risco de sobredosagem, tanto mais que este tipo de flúor se apresenta sob uma forma mais assimilável para o nosso organismo que o presente nos alimentos.

       

      Apesar do teor em flúor da água de distribuição ser, geralmente, muito baixo no nosso país, não é habitual, pelos motivos acima citados, as entidades distribuidoras fazerem a sua adição à água que distribuem.

       

      O controlo da dieta é fundamental na prevenção da cárie dentária. A ingestão frequente de açúcares simples proporciona um substrato constante para a fermentação bacteriana, com produção de ácidos orgânicos; esta acidificação persistente favorece a dissolução/desmineralização do esmalte, com aumento do risco de cáries. Para além da redução da ingestão de açúcar, deve-se também considerar as seguintes medidas:

       

      • Evitar alimentos ácidos

       

      • Evitar bebidas açucaradas gaseificadas

       

      • Aumentar o consumo de saladas, frutos crus e frutos secos (a mastigação aumenta o fluxo salivar)

       

      • Evitar comer alimentos frios e quentes alternadamente pois pode provocar lesões no esmalte.

  • Onde consultar os resultados da qualidade da água?
    • Os resultados das análises são divulgados trimestralmente através de resumos afixados nas juntas de freguesia de Alfena, Campo, Ermesinde, Sobrado e Valongo, Câmara Municipal de Valongo, Delegação de Saúde e Águas de Valongo. São também disponibilizados para consulta aqui.

  • QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DE ÁGUA DURA PARA A SAÚDE?
    • Sob o ponto de vista sanitário, as águas duras não apresentam inconvenientes. O cálcio dissolvido em água não causa risco para a saúde, pelo contrário, cálcio e magnésio são mesmo recomendados para o crescimento e são elementos saudáveis para os dentes e ossos. Por esse motivo a água de torneira pode contribuir para as nossas necessidades diárias de cálcio.

  • Que meios são utilizados?
    • O controlo da qualidade da água é realizado através de processos técnicos muito rigorosos, nomeadamente a realização de análises em laboratório acreditado externo de reconhecida competência a nível nacional, com procedimentos de gestão da qualidade implementados.
      Todas as amostras são colhidas por técnicos certificados e enviadas para laboratório considerado apto pelo ERSAR.

       

           
      Colheita
      Registo
      Refrigeração
  • PORQUE MOTIVO EXISTEM ÁGUAS COM DIFERENTES TIPOS DE DUREZA?
    • A dureza da água está diretamente relacionada com as características geológicas do solo por onde a água atravessa.

  • Quais os parâmetros determinados?
    • As análises são realizadas em laboratório acreditado, qualificado para efectuar as determinações previstas na legislação através, nomeadamente um conjunto de parâmetros agrupados da seguinte forma em função da sua frequência de determinação:

       

      - Controlo de Rotina 1

       

      - Controlo de Rotina 2

       

      - Controlo de Inspeção

       

      Os grupos referidos são constituídos por:

       

      • Parâmetros microbiológicos - Indicadores de contaminação microbiológica da água. O incumprimento dos limites estabelecidos pode ocasionar riscos para a saúde.

       

      • Parâmetros físico-químicos – A contaminação físico-química geralmente chega aos meios aquáticos através das atividades industriais, agrícolas, aguas residuais urbanas não tratadas, etc.

       

      Estes parâmetros identificam:

       

      Características organolécpticas – Turvação, sabor, etc.

       

      Composição físico-química – Temperatura, pH, etc.

       

      Substâncias indesejáveis – Ferro, Nitratos, etc.

       

      Substâncias tóxicas – Chumbo, Crómio, Mercúrio, etc.

       

      • Radioatividade – Geralmente este tipo de contaminação deve-se à radioatividade natural e é restrita a determinados tipos de formações geológicas.

       

      Assim, a água distribuída não deverá conter bactérias ou vírus capazes de provocar doenças. O seu conteúdo em substâncias ditas indesejáveis (nitritos, azoto amoniacal, etc.) ou tóxicas (chumbo, crómio, etc.) não deverá nunca ultrapassar os valores paramétricos definidos na legislação em vigor (D.L. 306/07 de 27 de Agosto).

       

      A água deve igualmente ser, transparente, inodora, agradável a beber e equilibrada em sais minerais.

  • ÁGUA É DURA OU MACIA?
    • Consideram-se águas duras de uma forma geral, as águas que necessitam de quantidades consideráveis de sabão para produzir espuma, e que formam incrustações em caldeiras e outros materiais quando a água é aquecida.

       

      A dureza da água quando é elevada conduz à formação de depósitos incómodos.

       

      Uma água macia pode provocar corrosões, pois não se formam os depósitos carbonatados protectores nas canalizações.

       

      Geralmente a dureza da água no Concelho de Valongo é moderadamente dura, para saber mais informação consulte aqui os resultados.

  • Como é controlada a Qualidade da Água distribuída?
    • Para que a água da rede pública chegue a todas as habitações nas melhores condições para consumo humano a Águas de Valongo controla rigorosamente a sua qualidade, em obediência ao disposto no Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto, que entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2008.

       

      De forma a obter uma imagem representativa da qualidade da água distribuída, a nossa equipa, devidamente identificada, procede a colheitas no domicilio do consumidor, em cumprimento do Plano de Controlo da Qualidade da Água – PCQA aprovado pela autoridade competente – ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos.

       

      A estas análises juntam-se o controlo efectuado:

       

      • Na captação;

       

      • Na ETA de Lever – Estação de Tratamento de Água de Lever;

       

      • Em todo o sistema de distribuição até a entrada no Concelho;

       

      • Em todo o sistema de distribuição do concelho – Controlo operacional.

       

       

      O controlo de qualidade da água distribuída aos consumidores é efetuado ao longo de todo o sistema de distribuição, desde os pontos de entrega em alta, reservatórios, condutas, até aos locais de consumo, nomeadamente torneira dos consumidores.

       

      Para além do PCQA - Plano do Programa de Controlo da Qualidade da Água regulamentar, é implementado adicionalmente e em paralelo um PCO - Plano de Controlo Operacional para recolha de amostras e respetivas análises em todos os reservatórios do Concelho e alguns pontos estratégicos com o objetivo de detetar possíveis anomalias e de possibilitar tomar medidas preventivas em tempo útil.

       

      O controlo da qualidade garante a verificação de potabilidade da água tanto no que respeita às suas caraterísticas bacteriológicas como físico-químicas.

       

      Na generalidade a água é considerada apta para consumo humano quando nenhum dos parâmetros analisados por um laboratório qualificado ultrapassa uma concentração máxima (valores paramétricos) na água.

  • QUAL A DUREZA DA ÁGUA DE ABASTECIMENTO DO CONCELHO DE VALONGO?
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      Dureza média da água da cidade de Valongo = 10º F = 100 mg/l CaCO3  

       

      As águas são vulgarmente classificadas de acordo com o seu grau de dureza, da seguinte forma:

       

      Dureza

      CaCO3

      Águas muito doces ou macias

      0 a 60 mg/L

      Águas doces ou macias

      60 a 150 mg/L

      Águas duras

      150 a 300 mg/L

      Águas muito duras

      300 e mais mg/L

       

      Nota: A dureza pode exprimir-se não só em mg/L de CaCO3 (Carbonato de cálcio) como também noutras unidades (ex. graus franceses, etc.)

       

      Uma água dura aparece em regiões com solos calcários e uma água doce ou macia em solos graníticos. No seu estado natural toda a água contem cálcio.

       

      A dureza da água é provocada pela existência de catiões – metálicos, dos quais os que contribuem em maior escala são os iões cálcio e magnésio. Quanto maior a quantidade de cálcio e magnésio dissolvido na água maior a sua dureza.

       

  • Quais são os organismos responsáveis pelo controlo da água de consumo humano em Portugal?
    • O controlo regulamentar da água potável e a gestão dos sistemas públicos de abastecimento e distribuição é realizado pelas entidades Gestoras/Municípios. No caso de Valongo, pelas Águas de Valongo sob a vigilância sanitária da autoridade de saúde e da autoridade competente – ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Água e Resíduos.

  • QUAL O TIPO DE TRATAMENTO A QUE É SUBMETIDA A ÁGUA?
    • As etapas de tratamento da Estação de Tratamento de Lever, cuja água tratada abastece a Zona de Abastecimento de Lever-Norte, nomeadamente os pontos de entrega em alta a Valongo, são as seguintes:

       

      • Pré-tratamento (filtros de antracite e areia)
      • Pré-oxidação (Ozono)
      • Coagulação (Sulfato de Alumínio)
      • Adsorção (Carvão Activado) - esta etapa não é contínua
      • Floculação (Polielectrólito)
      • Flotação
      • Filtração (filtros de antracite e areia)
      • Cloragem

       

      Sistema  de tratamento da ETA de Lever Lever-Norte

      Fonte: AdDP – Águas do Douro e Paiva

  • A que regras está sujeita a água que consome?
    • A água potável é o produto mais controlado. Para estar isenta de contaminação na torneira do consumidor, deve respeitar normas particularmente rigorosas e responder aos parâmetros fixados pela autoridade competente e União Europeia.

       

      Do ponto de vista legal é a UE que define o quadro de referência pelo qual Portugal se deve reger.

       

      As normas aplicadas são transpostas pela autoridade competente sob o princípio de proteger os mais frágeis (idosos, crianças, etc.).

       

      Estas normas respondem a dois critérios essenciais, a saúde pública por um lado e o conforto do consumidor por outro.

       

      A legislação que regula e que a Águas de Valongo cumpre em termos de qualidade de água é o Decreto-Lei n.º 306/2007, de 27 de Agosto, que entrou em vigor no dia 1 de Janeiro de 2008.

  • DE ONDE VEM A ÁGUA PARA O CONCELHO DE VALONGO?
    • A água que abastece o concelho de Valongo tem proveniência do Rio Douro:

       

      • Captação na ETA de Lever, do tipo superficial, na Albufeira de Crestuma-Lever (bombas submersíveis)
      • Captação Lever-Montante, do tipo superficial (drenos)

       

      A captação da água é da responsabilidade da empresa AdDP – Aguas do Douro e Paiva que após tratamento na ETA – Estação de Tratamento de Água de Lever a distribui aos diversos municípios da área metropolitana do Porto através da utilização de condutas gravíticas ou elevatórias e reservatórios.

  • Quando falamos em água de consumo humano a que nos referimos?
      • A água utilizada para beber, cozinhar, preparar alimentos, higiene pessoal e outros usos domésticos;
      • A água utilizada na industria alimentar (preparação de alimentos e limpeza de superfícies);
      • A água utilizada numa atividade comercial ou publica (exemplo: escolas, centros comerciais, hotéis, restaurantes, etc.) independentemente do volume de água consumido.
  • Beba Água da Rede Pública
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